Solução do mistério

Abaixo vocês descobre a solução deste mistério, ou seja, que professor é cada uma das crinaças que aparece na última edição do Diz Aí de 2009.

 
ALEXANDRE BORGES


  
ANA MARIA STROSCHOEN


  
FABIANA PICCININ


  
VERIDIANA MELLO


  
GÉRSON LEMOS


  
JAIR GIACOMINI


  
 MIRELA HOELTZ


 

DEMÉTRIO SOSTER
  
  
PAULO PINHEIRO

 

YHEVELIN GUERIN

Vamos doar sangue?

No dia dois de dezembro os integrantes da AIESEC se reunirão no Hemovida, que pra quem não sabe é o banco de sangue do Hospital Santa Cruz, para realizar mais uma edição da campanha "I am a blood donor". A organização de jovens universitários teve essa iniciativa bem bacana pela 3ª vez, foi uma forma que eles encontraram para mobilizar as pessoas as doarem sangue. Esse ato que não nos custa nada, mas pode salvar vidas.

Quem tem vontade de ajudar a manter o banco de sangue do hospital, pode ir lá no Hemovida, que fica aberto de segunda a sexta das 7:30min às 14horas. É necessário apresentar documento com foto, ter entre 18 e 65 anos e estar em boas condições de saúde.

Metamorfose 2 será lançado em Santa Cruz


O livro Metamorfoses Jornalísticas 2: a reconfiguração da forma (Edunisc, 2009) será lançado em Santa Cruz do Sul dia 5 de dezembro, sábado. A sessão de autógrafos se realiza a partir das 10 horas na Livraria Iluminura, Centro de Santa Cruz do Sul (Rua Borges de Medeiros, 471). A obra é organizada por Demétrio de Azeredo Soster e Fernando Firmino da Silva. Três professores da Unisc – Fabiana Piccinin, Jair Giacominni e Demétrio de Azeredo Soster – integram o livro. O prefácio é de Alex Primo, da Ufrgs.

Trata-se de uma obra indispensável para professores, estudantes, pesquisadores e profissionais para pensar as transformações pela qual o campo do jornalismo passa nos seus aspectos de produção, distribuição e recepção de conteúdo com os processos de digitalização, convergência e de multiplicação de plataformas midiáticas.
Catorze autores, especializados em suas respectivas áreas, lançam olhares e questões sobre os fenômenos emergentes em torno do jornalismo contemporâneo com a crescente complexificação de seus processos. Infografia, midiatização, jornalismo móvel, blogs, wikipédia, radiojornalismo, telejornalismo, redes sociais, gêneros, fotojornalismo e documentários são alguns dos temas tratados nesta edição.

Metamorfoses Jornalísticas 2: a reconfiguração da forma (Edunisc, 2009) é o segundo volume da série Metamorfoses Jornalísticas. O primeiro tratou das "formas, processos e sistemas", enquanto que o segundo analisa as "reconfigurações da forma" do fazer jornalístico. Ambos volumes se inserem em um contexto mais amplo, do qual fazem parte ainda dois outros livros – Edição em jornalismo: ensino, teoria e prática (Edunisc, 2006) e Edição de imagens em jornalismo (Edunisc, 2008), cujo objetivo tem sido observar as complexificações que se estabelecem no jornalismo a partir do momento em que ele se vê imerso em um cenário altamente tecnologizado, tendo a internet como ponto de referência sócio-histórico.

O livro é composto pelos seguintes autores-pesquisadores: Alex Primo (apresentação), Lia Seixas, Raquel Recuero, Cláudio Paiva, Carlos D’Andrea, Fernando Firmino da Silva (org.), Antônio Fausto Neto, Demétrio de Azeredo Soster (org.), Jairo Ferreira, Fabiana Piccinin, Águeda Miranda Cabral, Adriana Alvez Rodrigues, José Afonso Júnior, Nelia Del Bianco e Jair Giacominni.

Quem é quem?

E a última edição do jornal mural Diz Aí é um tanto quanto mais interativa. Além de conteúdo, a 9a edição traz um enigma, ou melhor, dez enigmas. Em homenagem ao jornal temático Unicom Retrô, reviramos o baú de fotos professores de Comunicação e fizemos uma pergunta: quem é quem?

A resposta dessa pergunta será publicada aqui no blog no dia 4 de dezembro. Até lá fica o clima de suspense. Alguém se arrisca? Analise o mural e depois comenta aqui no post dando seu palpite.

A produção jornalística ficou por conta dos monitores da Agência de Jornalismo A4 Ana Cláudia Schuh, Marília Nascimento, Raisa Machado e Vanessa Kannenberg (diagramadora também). E a coordenação com o professor Demétrio de Azeredo Soster.

Santa Cruz do Sul recebe PoA Cia. de Dança

Quem gosta de arte, e pricipalmente de dança, nesse final de semana terá uma ótima opção de lazer: a Porto Alegre Cia. de Dança, apresentará o espetáculo Olhos Fechados no Sol, dia 21 de novembro, no Teatro do colégio Mauá, às 20h30min. A Cia. está realizando turnê regional nos munícipios de Caxias do Sul, Pelotas, Santa Cruz do Sul, Gravataí, Santo Ângelo, Cruz Alta, Santa Maria e Porto Alegre.

Após a apresentação do espetáculo, haverá uma mesa redonda, intitulada de Uma Noite em Companhia da Dança, com o objetivo de trocar idéias sobre a elaboração e criação do trabalho com o público. Agregando a interação prevista para cada cidade visitada, o coreógrafo russo Mark Sieczkarek, coreógrafo também do espetáculo Olhos Fechados no Sol, ministrará o workshop Conversando com o Movimento. Aqui em santa Cruz do Sul, o evento acontecerá no ginásio da Unisc, bloco 41, no dia 22. As incrições são gartuitas e podem ser realizadas pelo telefone (51) 3717-7346.

APRESENTAÇÃO EM SANTA CRUZ DO SUL
Espetáculo: Teatro do Colégio Mauá
Endereço: Rua Cristóvão Colombo, 366
Data: 21 de novembroHorário: 20h30min
Ingresso: R$ 10,00

WORKSHOP EM SANTA CRUZ DO SUL
Local: Ginásio Pedagógico da UNISC – sala I
Endereço: Av. Independência, 2293 bloco 41
Data: 22 de novembroHorário: à tarde (horário a definir).
Inscrições: pelo telefone 3717-7346
Ingresso: GRATUITO

Flagra Viva Unisc

Depois de imprimirmos cerca de 100 murais Diz Aí ao longo do dia de ontem com fotos de dezenas de alunos que visitaram o Viva Unisc, temos um Flagra dos monitores que trabalharam no estande da Comunicação.




Na foto, as gurias Marília Nascimento, eu, Raisa Machado, Juliana Eichwald e Vanessa Oliveira. E, à frente, o Emo, quero dizer, Luis Bandeira. Outros monitores passaram por lá ao longo do dia, como a Ana Cláudia Schuh e a Yaundé Backes, mas que não estão no Flagra. Além do mural, fizemos diversas matérias para o site hipermídia e atendemos aos alunos que queriam saber como funcionava o curso e que tinham dúvidas.

Apesar do cansaço de permanecer no ginásio das 9h às 21h30 e brigar com a impressora inúmeras vezes, foi um dia muito legal em termos de estudante, de monitor da agência e, também, de diversão, pois pudemos trocar muitas ideias entre nós, rir e comer - picolés, principalmente. Só tenho uma reclamação: cadê o chinelo?

Diz Aí pronto para o Viva Unisc


Na última semana, estive me dedicando à propaganda do curso de Comunicação Social para o Viva Unisc. Em tese, essa é uma tentativa de conquistar novos concorrentes. Mas, na verdade, não enxergo dessa forma. Penso que o curso onde estudo só tem a ganhar com novos alunos. E, se o curso ganha, eu também ganho.

Portanto, me esforçei para diagramar o jornal mural Diz Aí! de forma que atraia os visitantes do nosso estande ao longo do dia de amanhã, dia 11, das 9h às 21h. A reportagem ficou por conta da Marília Nascimento e do Luis Bandeira e a revisão com a Ana Cláudia Schuh. Equanto que a Raisa Machado selecionou as fotos que estampam o mural. A coordenação de todo o processo, mais uma vez, ficou com o porfessor Demétrio de Azeredo Soster.

O resultado do trabalho de todos nós pode ser visto de duas formas. Uma tem o formato fixo e será distribuído como se fosse um flyer do curso, pois traz informações das quatro habiltações - Jornali, PP, RP e Mídia - e ainda do Tecnólogo em Fotografia, que abre em 2010. Já a outra é personalizada, pois, além de trazer as mesmas informações da outra, tem um espaço que será único para cada visitante. O espaço se chama "Flagra Viva Unisc" e vai conter uma foto do(s) visitante(s) que, de quebra, leva o Diz Aí fresquinho pra casa.

Mas o trabalho não para por aí. Amanhã estarei nos turnos manhã e tarde, ou seja, das 9h às 17h30, no nosso estande no ginásio de esportes da Unisc. A Raisa e a Marília vãoficar com as fotos e legendas, enquanto eu trato de colocar no Diz Aí e imprimir. O restante da equipe de Jornalismo A4 cuidará da cobertura do evento.

Diz Aí conta Seacom em fotos

A sétima edição do jornal mural elaborado pela Agência de Jornalismo A4 é, mais uma vez, tem como tema a Semana Acadêmica da Comunicação (Seacom). Só que dessa vez, o Diz Aí conta um pouco do que foi o evento, da cobertura feita pela A4 e, ainda, traz um pouco de humor com fotos-legenda.

Além desse diferencial, o Diz Aí tem as seções fixas Palavra da Coordenação e Palavra do CACO (Centro Acadêmico da Comunicação). O mural número sete foi elaborado pelos monitores Ana Cláudia Schuh, Everson Boeck e Raisa Machado, que cuidaram do conteúdo, e a monitora voluntária Vanessa Kannenberg, que ficou com a diagramação. A edição do material ficou aos cudiados do professor e coordenador da Agência de Jornalismo Demétrio Soster.

Os (novos) pilhados

O caderno jovem da Folha do Mate, o Na Pilha, ganhou novos repórteres por algumas semanas. Pedro Garcia, Yaundé Narciso, Marília Nascimento, João Caramez e Vanessa Kannenberg são os responsáveis pela próxima edição do caderno, que sai no próximo dia 27. No entanto, a equipe já está pilhada há mais tempo.

As reuniões começaram há um mês atrás, junto com alunos de RP que organizaram o evento Bate-Papo Pilhado - Pra que lado eu vou? - e com as repórteres Ana Flávia e Diana, lá em Venância Aires. De lá pra cá viramos matéria duas vezes, uma aqui e outra aqui, e fizemos a contra-capa do Na Pilha da semana passada.

No evento (saiba mais sobre aqui) que reuniu os terceirões de V.A., fotografamos, gravamos áudio e vídeo, atualizamos o twitter e o blog durante o bate-papo. Ou seja, fizemos uma cobertura completa. No momento, estamos em faze final do caderno que, excepcionalmente, terá oito páginas.

A seguir, confira o que os novatos repórteres acharam da participação do projeto que é uma parceria do Na Pilha com a Unisc.

Pedro Garcia: "O Bate-Papo Pilhado começou bem já na ideia. Quem passou pelo Ensino Médio, sabe que estar perto do momento de ter que decidir o que fazer da vida não é nada fácil. E um veículo que busca falar a língua de jovem se propor a dar uma "mãozinha" nesse aspecto é uma baita iniciativa. Depois veio a ótima organização: bons convidados, cuidado com toda a estrutura e ainda a preocupação de fazer uma divulgação realmente bacana. Por fim, a resposta extremamente positiva dos estudantes, que aproveitaram de verdade a oportunidade. Enfim, foi sem dúvida um grande momento."

Yaundé Narciso: "Essa experiência que nós estamos vivendo, de participar do Projeto do caderno Na Pilha! em parceria com a Unisc, está sendo especialmente maravilhosa pra mim, porque é a primeira vez que eu tenho um envolvimento desse nível com a cobertura de um evento. Logo de cara já aprendi uma coisa nova e valiosa, que é mexer em uma câmera de vídeo, coisa que eu não sabia! E assim, muitas outras experiências estão me ensinando lições que realmente, a gente só aprende na prática! Poder estar na redação de um jornal funcionando de verdade, e fazer parte desse funcionamento também foi inesquescível! Sem mencionar o evento, que desde o seu planejamento, até a sua realização, não deixou de lado a excelência!" 

João Caramez: "O evento foi uma iniciativa importante, que partiu do caderno jovem Na Pilha! e veio para ficar. Venâncio Aires tem agora um espaço mais amplo para que seus jovens formandos possam esclarecer as suas dúvidas sobre as profissões e enfim, definir para que lado vai. Nossa galera do jornalismo teve a oportunidade de acompanhar durante a cobertura, como reagiam aqueles olhares apreensivos que tinham muita expectativa e muitas perguntas para fazer, apesar da timidez. Foi uma baita experiência: para os terceirões que participaram e para nós, que fizemos a cobertura. Entramos todos, de fato, Na Pilha!"

Quanto custa uma vida?

Estou habituado a viajar para cidades mais desenvolvidas como Santa Cruz do Sul, por exemplo, e centros maiores, como a grande Porto Alegre, e, eventualmente, ser abordado por jovens ou moradores de rua pedindo dinheiro. Geralmente dois, três ou cinco reais para compra de crack (óbvio que esta informação é omitida).

O fato é que numa cidade de interior, pequena como a minha, principalmente em bairros que não são centrais como o meu, não é tão comum uma situação como esta. Não que ela não exista. Eu não deveria, mas fiquei estarrecido dias atrás quando estava jantando na casa dos meus pais e um rapaz bateu à porta e pediu cinco reais, dando uma explicação que nem me recordo direito, algo a ver com um parente doente.

Eram quase dez da noite. O rapaz, de aproximadamente 28 anos, estava completamente chapado. Ele tremia, não conseguia falar direito, enrolava a língua. Eu nunca tinha visto pessoalmente alguém sob efeito de uma droga. Aquilo me impressionou por alguns dias e fiquei refletindo sobre muitas coisas. Eu não dei o dinheiro e o cara poderia ter reagido e, no desespero, ter me ameaçado com uma arma ou, numa situação extrema, ter me ferido. Nunca pensei que uma vida pudesse custar cinco reais, ou até menos que isso.

Uma pessoa, sob efeito de uma droga, desesperada, pode ser capaz de tudo sem medir as conseqüências. E isto que me aconteceu (e que acontece com milhares de pessoas) nada mais é do que o reflexo de uma sociedade mal estruturada, de um país mal governado com uma renda mal distribuída onde poucos têm oportunidades. São pessoas sem qualquer tipo de perspectiva de vida, de um futuro melhor. É a miséria e a calamidade batendo à nossa porta.

Sou uma pessoa privilegiada por estar em frente a este computador escrevendo isso, por estar em uma universidade, por ter acesso ao conhecimento. Não somos super heróis e não podemos mudar o mundo, mas enquanto profissionais de comunicação, auxiliares no processo de formação da opinião, podemos usar as ferramentas que temos levando ao máximo informação e conhecimento às pessoas, pois sabemos que uma vida vale bem mais que cinco reais.

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